Praia de Vidro, na Califórnia, EUA




                 

O vidro é proveniente do lixo que os moradores da região descartavam diretamente nas falésias, no início do século XX. Em 1967, a área foi fechada para o início de uma série de programas de limpeza, numa tentativa de recuperar a praia. Ao longo das décadas, no entanto, o movimento das ondas quebrou os vidros em minúsculos pedaços, tornando impossível a tarefa de separar o vidro das pedras e da areia. O acabamento arredondado e sem cortes dos cacos de vidro foi feito pela própria areia, que desempenhou papel semelhante ao de uma lapidadora.

Photo: Floris van Breugel (http://bit.ly/M2qBKi)
Fonte: http://bit.ly/1fVXhzS
Posted by Thalíta Morais — com Pamela Rodriguez Chavez.

Pipoca ajuda a retardar o envelhecimento, diz estudo


Lanche tem substâncias antioxidantes que combatem os radicais livres




Além de ser um lanche saboroso, a pipoca ajuda a retardar o envelhecimento, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Scraton, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, divulgada no domingo (25).
Segundo o estudo, cientistas explicaram que a pipoca contém substâncias antioxidantes chamados de polifenóis que combatem os radicais livres causadores do envelhecimento e doenças como o câncer. De acordo com o grupo, a pipoca tem mais desta substância que várias frutas e legumes.
Os pesquisadores também descobriram que a casquinha da pipoca – algo que muitos não gostam porque costuma “enganchar nos dentes”, é onde tem a maior concentração de polifenóis e fibras.
De acordo com o cientista Joe Vinson, Ph.D, “pipoca pode ser o lanche perfeito”. Enquanto uma porção de pipoca irá fornecer mais do que 70% da ingestão diária de grão integral. Porém, na média geral, só metade das pessoas consome uma porção de grãos integrais por dia. A pipoca poderia preencher esse espaço de uma forma muito agradável.

Calorias
Vinson ainda disse que o modo que se prepara a pipoca é essencial para obter o melhor proveito dela. Segundo ele, quem preparar o lanche com muito óleo, ou manteiga como aquelas usadas em salas de cinema ou com muito sal pode se tornar um "pesadelo nutricional carregado de gordura e calorias".
A pipoca feita na pipoqueira tem o menor número de caloria. Já a pipoca e microondas tem o dobro de calorias do que estourando na pipoqueira.
O pesquisador também disse que não se pode substituir frutas e vegetais frescos em uma dieta saudável. Frutas e verduras contêm vitaminas e outros nutrientes que são essenciais para uma boa saúde.

Do R7

Inseto transgênico é usado para combater dengue


Para combater a dengue vale tudo. Há morador que faz simpatia, controla a água acumulada em casa, usada veneno, repelente. Mas já imaginou soltar ao ambiente uma versão transgênica do mosquito Aedes aegypti? Essa técnica já é realidade para os moradores de Juazeiro, na Bahia.

Em bairros da cidade, pesquisadores estão soltando uma versão do inseto geneticamente modificado. O mosquitinho é uma iniciativa da bióloga Margareth Capurro, pesquisadora da USP. Segundo a técnica, o “genérico” gera filhotes que não chegam à fase adulta.

“Uma idéia genial, porém não inovadora”, diz o farmacêutico, tutor do Portal Educação, Ronaldo Costa. Segundo ele, o projeto desenvolvido é avesso às várias tentativas que já foram realizadas no país. “O controle do vetor sempre foi a forma mais simples (e muitas vezes a única) de prevenção de doenças e, nesse caso, a possibilidade de sucesso é muito grande em função da especificidade da técnica”, explica Costa.

O projeto foi aprovado pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). Na prática funciona em laboratório, onde é introduzido no mosquito um gene que mata seus descendentes ainda em fase de larva. Depois disso os machos são soltos na natureza para procriarem com as fêmeas. Com a técnica, os filhotes do cruzamento não sobrevivem.

Em teste já realizado nas Ilhas Caymã já apresentou redução de 80% dos mosquitos Aedes aegypti. No caso do município baiano, a previsão é que diversos mosquitos genéricos sejam soltos para controlar a epidemia. Segundo a pesquisadora, a transgenia tem duração de sete dias e os mosquitos não deixam descendentes.

Informação disponível em: http://www.portaleducacao.com.br

SECA PODE ASSOLAR SEMIÁRIDO


Por : Jornal do Commercio (PE) 27/01/2010

O semiárido pernambucano pode enfrentar um período mais seco que o normal nos próximos três meses. O Laboratório de Meteorologia de Pernambuco (Lamepe) prevê 45% de chance de que o índice de chuvas seja menor que a média durante os meses de fevereiro, março e abril.
De acordo com análise feita pelo Lamepe, a possibilidade de o índice pluviométrico ficar em patamar considerado normal é de 35%. Já a chance de chover mais que a média é de apenas 20%. No período de fevereiro a abril, a média histórica de precipitações no semiárido fica entre 400 e 500 milímetros.
A coordenadora do Lamepe, Francis Lacerda, explica como as condições climáticas globais influenciam na previsão: “Temos o el niño moderado no Oceano Pacífico e condição de neutralidade no Atlântico. Nos anos em que esse padrão se estabelece, é comum que as chuvas ocorram abaixo do esperado”, esclarece Francis Lacerda. Segundo ela, porém, a situação ainda pode mudar em fevereiro, aumentando ou diminuindo o índice pluviométrico dos meses seguintes.
A falta de chuvas nos próximos três meses prejudica o semiárido durante todo o ano de 2010, já que o período de precipitações na região ocorre apenas de janeiro a abril. “A falta de chuvas tem um impacto muito grande, porque reflete nos recursos hídricos, na produção de alimentos e na agricultura familiar”, afirmou a meteorologista do Lamepe.
Outra consequência do período seco é o aumento considerável da temperatura. Apesar do prognóstico negativo, o ano começou bem no semiárido, com chuvas em vários pontos do Sertão de Pernambuco. Foram registradas até mesmo precipitações de granizo nessa época do ano.
Em dezembro passado, também houve altos níveis pluviométricos no Sertão, com índices que chegaram a 191 milímetros em Serrita, 265 em Ipubi e 162 em Ouricuri.
O fenômeno responsável pelas chuvas em dezembro e janeiro foi um vórtice ciclônico de altos níveis. Recentemente, o centro do vórtice estacionou sobre o continente, causando mais de duas semanas de céu nublado no Recife.

PROJETO DE PESQUISA E SAÍDA DE CAMPO: Conhecer, Preservar e Contar


PROJETO: Conhecer, Preservar e contar

Tendo em vista algumas dificuldades encontradas em relação a incentivar os nossos alunos a chegarem com bom aproveitamento ao término do ano letivo formar cidadãos, fez-se necessário – mais uma vez – a criação de um projetos para oferecer um ensino de qualidade centrado em aulas com significado prático e que fosse utilizado no dia-a-dia de todos os envolvidos no mesmo.

Sendo assim, foi pensado em se desenvolver um projeto de penquisa e saída de campo, cujo nome foi: CONHECER, PRESERVAR E CONTAR, o mesmo teve que ser adaptado a realidade da escola e conseqüente a realidade de cada aluno e suas respectivas necessidades. O projeto teve ainda como objetivo geral, Despertar o senso crítico dos educandos em relação a sua percepção para com os fatos históricos, destacando a importância de sua preservação como patrimônio cultural, desenvolvendo no aluno o prazer pela pesquisa dos fatos ocorridos em nossa cidade, como também no meio ambiente para resolução de problemas frente à busca de uma construção contextualizada de todo um processo histórico, cultural e ambiental para uma posterior apresentação dos resultados alcançados frente a população Cicerodantense, construindo assim um processo de ensino-aprendizagem mais significativo e eficaz para a vivência individualizada e coletiva de Educadores e em especial de todos os educandos.

Para que fosse possível a correta execução do projeto, cada professor foi responsável por uma turma e a execução de atividades proposta num forlulário de pesquisa. No intuito de se criar uma forma de integrar os conhecimentos adquiridos durante a saída e pesquisa de campo como os conteúdos propostos por cada disciplina, foi de extrema importância que se estabelecesse para cada disciplina e seus respectivos professores, algumas tarefa, antes, durante e depois de tal pesquisa proposta no projeto, como pode-se observar abaixo:

Língua Portuguesa – Orientações acerca da elaboração de um relatório detalhado dos conteúdos pesquisados (contribuindo para o aperfeiçoamento da escrita, leitura, gramática e oralidade);

Matemática – Elaboração de gráficos estatísticos e cálculos acerca dos dados coletados nos relatórios da pesquisa;

Geografia – Orientações a respeito do relevo, causas e efeitos de possíveis degradações do meio ambiente e reconhecimento do espaço geográfico;

Biologia – Orientações sobre a flora e fauna local, com medição da idade aproximada das árvores;

História – Levantamento de dados e produção de uma cartilha sobre a história da localidade, bem como, o antes e o depois;

Educação Física – Orientações de como se portar diante de situações que exijam demasiado esforço físico (hidratação, vestuário, alimentação e etc.);

Química – Levantamento da área pesquisada, no intuito de saber se a mesma é propícia ou não para atividades agrícolas (ciclos biogeoquímicos);

Educação Artística – Elaboração de mapas e pinturas a cerca da paisagem e personagens encontrados na área pesquisada;

Inglês – Produção de um álbum com fotos da área pesquisada, possuindo legendas informativas escritas em inglês;

Filosofia – Comparação das expectativas com a realidade encontrada e realização de entrevistas sobre o tipo de conhecimento encontrado (mítico, religioso, científico e senso comum);

Sociologia – Discutir relações sociais da população local para elaboração de um quadro comparativo de duas realidades distintas (a rural e a local);

Informática – Edição de textos a cerca dos relatórios de pesquisa e das fotos e vídeos coletados no local pesquisado edição de um documentário filmado.

Execução do Projeto

No dia 30 de agosto de 2009, rumo aos Montes do Boqueirão (local de referencia histórica e cultural) ocorreu a Saída de Campo, ou seja, a parte prática do projeto, onde todo o percurso foi feito a pé, quando na oportunidade pode-se observar a riqueza da biodiversidade presente durante a caminhada, como também a cultural tanto nas habitações como nas pessoas residentes no local como nos seus costumes e no modo de vida. Pôde-se ainda durante tal aula de campo, desenvolver várias tarefas que antes somente eram desenvolvidas dentro da sala de aula, como por exemplo, teorias sobre apresentação do relevo, pontos geográficos, plantas e animais endêmicos, modo de vida dos moradores do local, cálculos de tempo e velocidade, produção de texto para entrevistas feitas às pessoas da localidade, exercício da ética e integração social, história e mitos do local.

CULMINÂNCIA

No dia 11 de setembro de 2009, logo após a execução do projeto, foi o momento de apresentar os resultados práticos propostos no projeto (culminância). Cada turma em seu respectivo turno pode apresentar o seu relatório em relação as atividades propostas num relatório de pesquisa, como também expor para as demais turmas os seus pensamentos e experiências vivenciadas durante tal saída de campo.

Para uma melhor organização e execução das atividades propostas no projeto, foi necessário a criação de um cronograma de ações tanto para alunos como para professores durante a saída de campo. Tal cronograma de atividades e suas respectivas turmas encontra-se abaixo:

CRONOGRAMA PARA ATIVIDADES PRÁTICAS E SUAS RESPECTIVAS TURMAS

1 – Orientações

  • Cada turma será responsável por uma tarefa a ser desempenhada durante a saída de campo;
  • Será designado um professor orientador para ajudar no desenvolvimento das atividades práticas propostas no formulário de pesquisa;
  • Cada professor em sua (s) respectiva (s) disciplina (s) (durante ou após a saída de campo) poderá a partir dos conteúdos da (s) mesma (s) envolver tais, para que assim possa promover momentos de interdisciplinaridade.
  • Caberá ao professor orientador de turma ou professor de língua portuguesa (se assim preferir) ajudar na elaboração do (s) relatório (s) pós pesquisa, como também no momento da culminância do projeto.
  • Cada grupo deverá entrevistar no mínimo uma família e sua identificação para que se possa coletar e preencher os dados no formulário de pesquisa;
  • Todos os dados coletados, além de registrados num formulário, deverão ainda ser fotografados e/ou filmados para uma posterior apresentação em forma de culminância;
  • A apresentação dos dados coletados deverão ser obrigatoriamente expostos no momento da culminância a partir de fotos, filmagem e oralmente por um ou mais membros da equipe, sendo que a metodologia ficará por conta da criatividade do grupo;
  • Durante a saída de campo, cada turma com o seu respectivo professor orientador terão total liberdade no momento da escolha das pessoas a serem entrevistadas e assim farão de acordo com a sequência de perguntas que aparecem no formulário de pesquisa;
  • Em específico nas disciplinas de Ciências (para o ensino fundamental) e Biologia (para o ensino médio) será atribuída uma nota de 01 (um) à 04 (quatro) pontos ao grupo que apresentarem seus trabalhos no momento da culminância.

02 – Tarefas e suas respectivas turmas

Série

Turma

Turno

Tarefas

A

Mat.

Levantamento das principais atividades econômicas das pessoas residentes na área (trabalho, atividade agrícolas etc.); tipo de moradia, tempo de permanência no local, quantidade de pessoas por moradia, etc.

A

Mat.

Levantamento da relação dos moradores do local com o meio ambiente (conservação do meio ambiente, principais agressões); observação de registro agressões ao meio ambiente no percurso da saída de campo.

Tec. A

Mat.

Levantamento dos tipos de aves e plantas existentes e observados durante o percurso e no local pesquisado. Observação e registro de atividades que possam ou que estejam promovendo o aumento ou diminuição de tais recursos naturais; lenda e histórias contadas na região.

A

Vesp.

Levantamento das principais atividades econômicas das pessoas residentes na área (trabalho, atividade agrícolas etc.); tipo de moradia, tempo de permanência no local, quantidade de pessoas por moradia, etc.

B

Vesp.

Levantamento da relação dos moradores do local com o meio ambiente (conservação do meio ambiente, principais agressões); observação de registro agressões ao meio ambiente no percurso da saída de campo.

A

Vesp.

Levantamento dos tipos de aves e plantas existentes e observados durante o percurso e no local pesquisado. Observação e registro de atividade que possam ou que estejam promovendo o aumento ou diminuição de tais recursos naturais; lenda e histórias contadas na região.

A

Vesp.

Levantamento das principais atividades rurais, equipamentos (antigos e modernos) utilizados na “lida” do campo, tratos do solo, sinais de agressões para com o meio ambiente provocados pelo “mal” uso do solo e produtos agrícolas.

Tec. B

Vesp.

Levantamento sobre a água: principais fontes, distribuição e tratamento, trato dos dejetos humanos, qualidade da saúde (principais doenças constatadas), tipo de moradia, e principais meio de transporte (do passado e do presente).

Tec.C

Vesp.

Levantamento das principais criações de animais (domésticos, silvestres, etc.), plantas medicinais e suas utilidades.

C

Not.

Levantamento das principais atividades econômicas das pessoas residentes na área (trabalho, atividade agrícolas etc.); tipo de moradia, tempo de permanência no local, quantidade de pessoas por moradia, etc.

D

Not.

Levantamento da relação dos moradores do local com o meio ambiente (conservação do meio ambiente, principais agressões); observação de registro agressões ao meio ambiente no percurso da saída de campo.

B

Not.

Levantamento dos tipos de aves e plantas existentes e observados durante o percurso e no local pesquisado. Observação e registro de atividade que possam ou que estejam promovendo o aumento ou diminuição de tais recursos naturais; lenda e histórias contadas na região.

B

Not.

Levantamento das principais atividades rurais, equipamentos (antigos e modernos) utilizados na “lida” do campo, tratos do solo, sinais de agressões para com o meio ambiente provocados pelo “mal” uso do solo e produtos agrícolas.

03 – Materiais obrigatoriamente necessários para o grupo na execução das tarefas propostas

  • Prancheta grande;
  • Fita métrica;
  • Máquina fotográfica;
  • Lápis e borracha.
  • Calculadora.

Turma

Professor Orientador

5ª A

Eliane Gouveia

6ª A

Genivaldo Santos (Val)

1º Técnico A

Joaldo Carvalho

1º A

Júnior Ribeiro

1º B

Eudejamis Andrade

2º A

Mateus Souza

3º A

João Jesus

1º Técnico B

Eval João

1º Técnico C

Ambrósio Gama

1º C

Sandra Silva

1º D

Jocicleide Silva

2º B

João Ribeiro Júnior

3º B

José Adailton

Elaboração do Projeto

Profº. José Adailton Nascimento Rosário

Apoio

Profª. Sandra Conceição Lira de Almeida

(Diretora)

Execução

Corpo Docente – Professores:

Ambrosio Silva Gama

Eliane Maria Rodrigues Gouveia

Eudejamis Evangelista Andrade

Eval João

Genildo Sá

João Jesus

João Ribeiro Nascimento Júnior

Jocicleide Gomes da Silva

José Adailton Nascimento Rosário

José Ribeiro Júnior

Mateus Felício de Souza

Sandra do Nascimento Silva

Corpo Discente

Agradecimentos

A todos que contribuirão com este projeto